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Data-Driven: O que significa? Como incorporar na sua empresa?


Tornando-se Data-driven: por que sua empresa precisa de uma estratégia de dados?


Com a popularização da web e com o uso massivo de tecnologias da informação, a quantidade de dados gerados e disponibilizados livremente tem crescido de forma exponencial. De acordo com o estudo “A Universe of Opportunities and Challenges”, desenvolvido pela consultoria norte-americana EMC Corporation, o volume de dados digitais deve alcançar até 2020 a casa dos 40 mil exabytes, ou 40 trilhões de gigabytes – o que equivalerá a mais de 5,2 gigabytes para cada indivíduo do planeta.


Cada vez que um usuário navega por suas redes sociais, portais de notícia ou sites preferidos, ele deixa, mesmo sem querer, um rastro imenso de informações acerca de si: seus gostos, suas preferências, suas vontades, seus costumes, seus sonhos.


E o que é possível fazer com todos esses dados?


Mesmo que esse usuário ainda não tenha se relacionado diretamente com a sua marca, você pode utilizar as informações que ele deixou no caminho para conhecê-lo melhor, apresentar-se a ele e, quem sabe, vir a firmar uma relação de negócios. Mas, para isso, será necessário um planejamento bastante estratégico.


Em resumo, é para isso que existe o modelo data-driven: para que sua empresa saiba exatamente com quem, em que momento e como se relacionar para obter melhores resultados.


DATA-DRIVEN


Captura, gerenciamento, análise e compreensão de grandes quantidades de dados.

Cada vez mais as empresas estão reconhecendo que os dados têm valor. Mesmo assim, muitas delas ainda têm dificuldades para capturar, gerenciar, analisar e principalmente compreender esses dados, ou seja, fazer algo com eles. Afinal, eles estão lá: dentro da internet, das redes sociais, das pesquisas do Google, e podem gerar frutos.


A saída que muitas empresas encontram para essa oportunidade é a simples contratação de um analista de dados ou até de uma equipe de cientistas de dados. Por isso é importante ressaltarmos aqui que não estamos falando de planilhas de Excel ou de base de dados de softwares – o que por si só já seriam informações difíceis de serem profundamente e qualitativamente analisadas –, e sim estamos falando de Big Data.


BIG DATA


"Acúmulo de dados grande e complexo demais para ser processado

por ferramentas tradicionais de gerenciamento de banco de dados."

Tradução livre do Merriam-Webster,

dicionário mais completo dos Estados Unidos.


E se estamos falando de uma quantidade de dados complexa demais para ser processada por algumas ferramentas, o que dizer da dificuldade de análise que ela representaria para seres humanos? Por isso é importante a contratação de uma tecnologia especializada em análise de dados. Para o físico alemão Andreas Weigend, uma das maiores autoridades mundiais sobre o tema, a tendência é cada vez mais que “o Big Data tome as decisões pelas empresas”.


A utilização de tecnologias avançadas e de algoritmos para análise de dados é atualmente o que está separando aqueles que são capazes de enxergar o quadro maior daqueles que estão limitados dentro desse quadro e por isso não o contemplam como um todo. Tornar-se data-driven é ser capaz de manusear quantidades massivas de informações e utilizá-las da forma mais estratégica possível.


Dentro do contexto de competitividade do mercado, tomar decisões embasadas em informações reais pode ser a diferença entre o acerto e o erro, o que consequentemente pode ser a diferença entre o sucesso ou o fracasso de um negócio.

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